Anota Aí...


Esse é uma novidade aqui do UP, agora toda semana terá o "Anota Aí..." que trás as melhores frases um livro.

Para a estreia eu separei algumas passagens bacana do livro "Desculpa se te Chamo de Amor" de Federico Moccia.

Você pode curtir a resenha bem aqui.




“…a raiva deve gerar sucesso. Mas o sucesso gera o quê?”

“Pensar demais em alguma coisa pode arruiná-la.”

"Todos são bons jogadores, poucos verdadeiros vencedores.”

“…quem vence festeja, quem perde justifica.”

"Quando algo nos faz falta precisamos preencher esse vazio, só que quando o que faz falta é o amor, não há nada que verdadeiramente seja suficiente."

“Você sabe a diferença entre uma mulher e uma garotinha?”
“Não.”
“Nenhuma. Ambas procuram frequentemente ser a outra.”




Você não tem escolha!

Pessoal primeiro eu queria pedir mil desculpas pelo ausência aqui no blog, ele ficou um tempinho abandonado, tudo culpa do Sr. TCC. Isso mesmo eu estou perto de me tornar uma Publicitária e estágio + TCC = sem tempo.

Mais estou de volta com a resenha de Destino!!!

Em "Destino" o futuro é dominado pela "Sociedade", que controla a vida de toda a população. Onde você mora, o que você como, onde você trabalha, como você se diverte, o que você veste, com quem você casa e até quando você morre.

A Sociedade controla todas as suas escolhas pois segundo ela, o mundo seria uma verdadeira guerra se todos tivessem poder de escolher o que quiserem. Assim todos tem uma vida saudável, já que a quantidade de comida é controlada, e cada pessoa só ingere a quatidade suficiente de nutrientes e tranquila, com um emprego seguro escolhido de acordo com suas habilidades e um parceiro perfeito para garantir um casamento feliz e filhinhos perfeitos. Todas as pessoas morrem aos 80 anos, de acordo com a Sociedade essa é a idade perfeita para morte, pois praticamente não existem mortes acidentais já que até as doenças foram controladas.

A protagonista Cassia, acaba de completar 17 anos o que significa que chegou a hora do seu "Banquete do Par", onde será anunciado seu parceiro. Os pares são escolhidos com base em estatísticas e combinação de genes. No momento do grande anuncio surge na tela o rosto de Xander seu melhor amigo, não podia ter escolha mais perfeita afinal seu par é alguém que ela já conhece, confia e gosta.

Quando o Banquete do Par acaba todos recebem um cartão com informações sobre seu par, para que se possa conhecer melhor a pessoa. Quando Cassia resolve ver o cartão o rosto que aparece na tela não é de Xander, mais sim de Ky, um rapaz tímido, seu vizinho que sempre viveu as sombras de todos e que esconde uma triste história. A partir daí Cassia começa a se aproximar e Ky até se apaixonar por ele, um amor proibído que vai contra todas as regras.

Eu estava bem ansiosa para ler Destino, pois a história me chamou muita atenção, ter uma Sociedade que nos controla pode ser interpretado como uma ótima metáfora para o mundo em que vivemos. A autora Ally Condle leva esse assunto ao extremo no livro e mostra como é importante termos opinião e sempre questionar o que nos é imposto.

Mais apesar da boa ideia, a narrativa é um pouco monótona e demora um pouco (metade do livro) para engatar, não consegui me apegar a nenhum personagem em particular, não que eles sejam ruins, é interessante ver a mente de Cassia se libertando da Sociedade, Xander apesar de ser o "rejeitado", afinal ele sempre foi apaixonado pela amiga é uma boa pessoa, bonzinho até demais. Já Ky o verdadeiro amor de Cassia é inteligente, esperto e bom. O triângulo amoroso não funciona muito bem, Xander é bem deixado de lado durante o livro e talvez esse triângulo ganhe mais força nos próximos livros. Os demais personagens são basicamente a família de Cassia, seu pai, sua mãe, seu irmão mais novo e seu avô, mais eles não ganham grande destaque.

Destino é interessante e poderia ter sua ideia mais bem explorada, esse primeiro livro me pareceu mais uma fraca introdução do que está por vir, o casal Cassia e Ky até conseguiu me convencer mais falta alguma coisa nesse romance, talvez um tempero bem apimentado.

Quem for ler eu sugiro que reflita sobre a ideia principal de Destino: Nós estamos sendo controlados e não temos poder de escolha.

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